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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Obrigada!!

Olá minha gente! Muito Obrigada pela participação de vcs!
Quero muito agradecer toda ajuda que recebi nessa semana, com relação ao questionário para o artigo. Por enquanto coletei informações suficientes para concluir esta disciplina. Agora que vem a parte mais complicada que é PARIR o artigo em sí. Acredito que toda essa fase corrida passará logo, pois quero acabar esse artigo até dia 20 e começar o outro logo pra entregar até o dia 09 de novembro!( ah eu disse que finalmente escolhi o tema do meu artigo de Psicologia Clínica??Pois é, vou falar sobre Avaliação e Indicação Terapeutica!)
Tentarei manter sempre atualizado as noticias por aqui, mas espero que compreendam caso eu não consiga, pois preciso, necessito, terminar logo este curso para poder acabar com esse perrengue de viver à 600 km de distância do meu amorzinho.
Ah! como não consegui pensar numa maneira melhor de agreder o apoio que recebi, criei um selinho para aquelas pessoas que divulgaram ou responderam o questionário.

Espero que vcs gostem..e lembrem-se: o que vale é a intenção! Não colocarei aquelas regrinhas para que se distribua o selo, até pq não consegui pensar em nada que combine com o tema do selo. Fica mesmo a idéia de passar para aquele blog que covê acha que lhe ajudou de alguma forma, dando conselho, apoio, rindo junto...você decide o motivo de dar esse selo para alguém!


***

Mudando um pouco de assunto, amanhã estou indo visitar a fotocópia do meu filho, vulgo pai dele e meu amor. Vamos passar o feriadão em família! Estou bem animada porque agora o Heitor está interagindo bem mais do que da ultima vez em que a familia do meu marido o viu. Sabe como é essa mania de mãe querer que todos achem seu filho MARAVILHOSO! Ainda mais quando se trata de família do marido, né?!
Por mais que eu tente deixar de pensar assim, parece que estou em constante estágio probatório com eles, sendo infinitamente avaliada! rsrsrrsrs
Assim que voltar conto algumas novidades!!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Um pedido para todas as mães! (Editado)

Olá gente! Como época de desespero pede medidas desesperadas resolvi dividir mais uma vez meu desespero com vcs.
Como algumas já sabem estou no ultimo ano de psicologia e na minha universidade, ao invés de escrevermos uma monografia, temos que escrever dois artigos relacionados aos estágios obrigatórios que temos que fazer no ultimo ano do curso(isso pouca gente sabe...).Pois bem, os estágios que estou fazendo é em Psicoterapia de Orientação Analítica e em Psicologia Social e neste ultimo o tema do meu artigo são os blogs maternos. Assunto super bacana e novíssimo nesta área( Estou super empolgada em escrever sobre este tema!).
Para que o meu artigo fique legal eu preciso recolher alguns dados e relatos, através de um pequeno questionário que eu preparei para substituir a  entrevista que normalmente seria feita e é neste momento que preciso da ajuda de todas vcs!
Vou postar aqui o corpo do questionário e peço para, quem tiver interesse em participar, que envie as respostas para o e-mail luaugalde@gmail.com.
O que vocês ganham com isso??Bem, todo meu amor e carinho, além de ajudar um baby de 5 meses a não ter a mãe internada na Ala Psiquiatrica do Hospital de Base! Será que precisam de mais motivos???rsrrs

Brincadeiras de lado, segue abaixo os intens que deverão ser respondidos.

*Nome:________________________________________________________
Data de Nascimento: _______________________Estado Civil:______________
Cidade/Estado:___________________________ Profissão: Escolaridade:________________
Número de Filhos:_________________ Idade dos Filhos:_______
Endereço do Blog:__________________________________________

1. Desde quando você possui blog? Com que frequencia você escreve nele?

2. O que o motivou à iniciar sua participação em blog?

3. Você acredita que o blog tenha auxiliado no seu desempenho como mãe em alguma ocasião? Por que?

4. Você acredita que as pessoas que frequentam o seu blog lhe dão apoio emocional no que diz respeito ao seu papel de mãe?Cite uma situação.
É isso. Não disse que era pequeno?!Quem tiver interesse de divulgar meu apelo pode fazer, ok?!Vou ficar ainda mais grata!!!
BJos!!

P.S.: Natalia, obrigada pela dica!!Eu realmente não havia pensado nisso qndo escrevi o post.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Castigos Físicos: Um texto para refletir!

Como estou meio sem tempo hoje para postar decidir dividir com vocês este texto do blog onde estão reunidos os textos publicados na Folha de São Paula do Contardo Calligaris, um psicanalista que muito admiro.Vale a pena ler este e os demais textos que lá se encontram.


Castigos físicos

UMA RECENTE pesquisa Datafolha (Folha, 26/7) mostra que, no Brasil, 69% das mães e 44% dos pais admitem ter batido nos filhos.

Parêntese. Os pais são tão violentos quanto as mães: simplesmente, eles passam menos tempo em casa e lidam menos com o "adestramento" dos filhos.

A pesquisa constata também que 72% dos adultos sofreram castigos físicos quando crianças. Como se explica, então, o fato de que 54% dos brasileiros se declaram contrários ao projeto de lei que proíbe os castigos físicos em crianças? Há várias hipóteses possíveis.

1) Talvez quem apanhou quando criança não queira perder o direito de se vingar em cima dos filhos.

2) Talvez não aceitemos a ideia de que os nossos pais tinham sobre nós uma autoridade maior do que a que nós temos ou teremos sobre nossos filhos.

3) Na mesma linha, talvez estejamos dispostos a apanhar dos superiores sob a condição de sermos autorizados a bater nos subalternos.

Nota: aceitar apanhar dos mais poderosos para poder bater nos mais fracos é a caraterística que resume a personalidade burocrático-autoritária do funcionário fascista.

4) A autoridade, dizem alguns com razão, sempre tem um pé na coação e recorre à força quando seu prestígio não for suficiente para ela se impor. Hoje, a autoridade simbólica dos adultos é cada vez menor. É provável que os próprios adultos sejam responsáveis por isso (principalmente, por eles se comportarem cada vez mais como crianças); tanto faz, o que importa é que o prestígio dos adultos não lhes garante mais respeito e obediência. Portanto, a palavra aos tabefes.

É um erro: o castigo físico acaba com a autoridade de quem castiga, pois revela que seu argumento é apenas a força. A reação mais sensata da criança será: tente de novo quando eu estiver com 15 anos e 1,80 m de altura.

Esses e outros argumentos a favor da palmatória não encontram minha simpatia. Até porque verifico que os rastos desses castigos não são bonitos. Mesmo um simples tapa é facilmente traumático tanto para o pai que bateu como para o filho: ele paira na memória de ambos como uma traição amorosa que não pode ser falada por ser demasiado humilhante (para os dois). Há pais violentos que passam a vida na culpa, e há crianças cuja vida erótica adulta será organizada pela tentativa de encontrar algum sinal de amor no sadismo dos pais.

Apesar disso, se tivesse sido consultado na pesquisa, provavelmente eu teria me declarado contra a nova lei, por duas razões.

A primeira (e menos relevante) é que existem violências contra crianças piores do que a violência física, e receio que uma lei reprimindo o castigo físico nos leve a pensar que, por assim dizer, "o que não bate engorda". Infelizmente, não é preciso bater para trucidar uma criança.

A segunda razão (e mais relevante) é que a nova lei não surge num contexto em que os pais teriam poder absoluto sobre o corpo dos filhos. Mesmo sem a nova lei, o professor que visse sinais de violência no corpo de um dos alunos avisaria à polícia e à autoridade judiciária. O mesmo valeria para o pediatra ou para o psicoterapeuta. Inversamente, um pai cujo filho fosse batido na escola processaria o professor e a instituição. Também, com um pouco de sorte, uma criança batida pode denunciar o adulto que a abusa.

Pergunta: para que servem leis que pouco mudam o quadro legal e só explicitam e particularizam proibições que já vigem de modo geral?

Essas leis me parecem ter sobretudo a intenção de afirmar, demonstrar e estender o poder do Estado na vida dos cidadãos.

Uma coisa aprendi com Michel Foucault: o poder moderno é raramente extravagante em suas exigências. Como ele não tem conteúdo específico, mas gosta apenas de se expandir, ele escolhe o caminho mais fácil, conquistando a adesão "espontânea" de seus sujeitos. Como? Simples: operando "obviamente" "pelo bem dos cidadãos" -no caso, pelo bem das crianças.

Resumindo:

1) sou absolutamente contra qualquer castigo físico; 2) sou também contra a extensão do poder do Estado no campo da vida privada, por temperamento anárquico e porque sou convencido que, neste campo, as famílias erram muito, mas o Estado, quase sempre, erra mais.

E aí, qual a sua opinião sobre a famosa "Palmadinha" e outros castigos físicos?


terça-feira, 4 de maio de 2010

Jornada Tripla

Desde o nascimento de Heitor tenho tentado fazer o malabarismo de conseguir conciliar três papéis importantes no meu dia: Mãe, amélia e estudante!Essa tem sido uma jornada super dificil, pois parece que o meu dia se reduziu à 4 horas, sinceramente não sei onde foi parar as outras 20h!
Cuidar do Heitor tem sido a parte mais gostosa do meu dia, mas confesso que gasta bastante tempo. Depois de colocá-lo pra dormir ainda tem fraldas e roupinhas para lavar e passar, quarto para a arrumar, louça pra lavar (ai, me canso só de pensar nisso tudo), enfim...
Depois de terminar tuuuudo isso ainda tenho que ler meus textos do estágio curricular, mas quando penso em começar a lê-los já são 22h e estou morta de cansada e já tem outra remersa de fraldas pra lavar antes de dormir.
Tenho que conseguir me organizar o mais rápido possível pra dar conta das minhas leituras, já estou perdendo as orientações em sala de aula e nas práticas dos estágios, não posso ficar para traz nos textos pq senão não darei conta de tudo qndo minha licença maternidade terminar!




quinta-feira, 23 de julho de 2009

Eu não estou te analisando!

Quando as pessoas vão entender que o fato de alguém estudar ou ser formado em psicologia não faz com que ela passa 100% do seu dia tentando analisar as pessoas?
Fala sério! A cabeça do psicólogo não se resume a psicodinâmica, traumas e meios de fazer com que todos ao nosso redor tenham insights incessantes sobre seu inconsciente. Quando me relaciono com as pessoas, tenho minhas opiniões formadas e por mais que as vezes pareça(e eu digo PAREÇA) não tenho nem como estar analisando ninguém!
Primeiro pq com amigos e pessoas próximas não tenho a danada da paciência para esperar o tal "tempo" que é necessário para que a pessoa esteja preparada para encarar determinadas verdades da sua vida. Segunda que sempre quero que as pessoas façam o que eu acho que é o melhor pra elas, coisa que de longe não posso e não faço quando estou fazendo alguma atividade relacionada à psicologia. Poderia citar mais mil motivos de não ter como um psicólogo estar analisando um amigo, primo ou sei lá o quê numa conversa relativamente séria ou pessoal, mas não estou com saco pra isso no momento.
Então, pra finalizar, espero que quem leia isso aqui entenda que as vezes que estou de conversa e falo a minha opinião não quer dizer que fiz um super estudo da sua personalidade, estou simplesmente colocando na roda o que eu acho, assim como qualquer pessoa faz em uma conversa.
" As vezes um charuto é apenas um charuto", já dizia Freud!